uma questão de gratidão
Não marcam golos e também não consta que façam grandes defesas. No entanto estão sempre lá.
Nas horas em que tudo corre bem (e aí o castigo é passarem despercebidos) e nas situações em que a euforia dá lugar ao desalento.
Ficam na sombra, não por cobardia, mas porque se preenchem dando o palco aos outros.
Assumem, nos clubes, o papel mais ingrato e, porventura, aquele que menos benefícios traz.
Por tudo isso (e pelo muito que fica por dizer) foi bem merecida a homenagem de que foram alvo o Claudino e o Jorge no passado sábado numa iniciativa da equipa sénior.








